O Dr. Luiz Vicente Rizzo é um dos principais imunologistas e líderes científicos do Brasil, com sólida trajetória acadêmica e institucional. Sua carreira une ciência de ponta e gestão da pesquisa biomédica, tendo formado equipes multidisciplinares e impulsionado a produção científica nacional. Atualmente, dirige a área de Pesquisa e Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, onde coordena projetos estratégicos nas áreas de imunologia, virologia e terapias celulares. É membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo e da Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil, além de autor de dezenas de artigos científicos indexados em revistas internacionais.
Foi o responsável pela revista científica do Einstein estar se consolidando como uma dos mais importantes jornais de ciências do Brasil, com índice de impacto crescente.
O Dr. Luiz Vicente Rizzo é um daqueles caras que fazem a ciência brasileira parecer menos um mito distante e mais algo palpável e relevante no nosso dia a dia. Médico imunologista e diretor superintendente de Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein em São Paulo, ele coordena dezenas de pesquisadores e centenas de projetos — muitos dos quais foram essenciais durante a pandemia de Covid-19, como estudos sobre o uso de plasma convalescente e a Coalizão Covid-19 Brasil, que ajudou a entender o papel de tratamentos como a hidroxicloroquina (spoiler: não funciona) — mostrando como a pesquisa séria salva vidas e derruba ideias milagrosas da internet.
Mas o que realmente deixa qualquer leigo de queixo caído é a forma como Rizzo pensa: ele compara ciência com arte — a verdadeira magia não está no resultado final, e sim no caminho, no aprendizado que a curiosidade e a investigação despertam nas pessoas e na sociedade. Fora do laboratório, adora observar e registrar grafites pelas ruas, prova de que esse cara vê beleza e criatividade até nas paredes das cidades. Em outras palavras? Ele faz a pesquisa parecer menos um terno branco e mais uma conversa apaixonada com o desconhecido — e isso, para quem não é cientista, é tão inspirador quanto entender que por trás de cada avanço há gente curiosa, obstinada e humana.
Pai de três filhos, grande conhecedor de vinhos e Corinthiano fanático.